A Defesa Civil de Campinas recebeu, na sede do órgão, na Vila Industrial, alunos do curso técnico em Defesa Civil da Escola Técnica Estadual Vasco Antônio Venchiarutti (Etecvav), de Jundiaí. A visita técnica integra a etapa final de formação dos estudantes, que estão em fase de elaboração dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC).
O grupo desenvolve um diagnóstico das Defesas Civis Municipais do Estado de São Paulo, com análise de aspectos técnicos, teóricos e operacionais. Neste contexto, Campinas foi escolhida como referência, em função das práticas adotadas e da estrutura consolidada do sistema municipal de proteção e defesa civil.
Durante a atividade, os estudantes conheceram os setores administrativo, operacional e de monitoramento e alerta, além de participarem de reunião técnica com o coordenador regional e diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Roubado. No encontro, foram abordados os fundamentos da atuação em Defesa Civil, as atribuições do órgão e a integração com diferentes setores dentro do sistema municipal e nacional.
Roubado destacou a necessidade da troca de conhecimento com os futuros profissionais da área. “É uma oportunidade de compartilhar a experiência de Campinas e, ao mesmo tempo, contribuir para a formação de novos agentes. A Defesa Civil é, por natureza, uma atuação integrada, e esse tipo de iniciativa fortalece a construção de uma visão mais ampla e qualificada sobre a gestão de riscos e desastres”, afirmou.
A visita também teve como objetivo aproximar os alunos das práticas aplicadas no dia a dia da Defesa Civil, ampliando a compreensão sobre os desafios e as possibilidades de atuação no setor. A turma busca ainda solidificar a relação com instituições públicas e privadas, por intermédio de visitas técnicas, para compreender a articulação entre os diferentes atores que compõem o sistema de proteção e defesa civil.
Formação pioneira
O curso técnico em Defesa Civil da Etecvav é o primeiro do Estado de São Paulo na área, com foco na capacitação de profissionais para atuação na prevenção de desastres, amenização de riscos e preparação das populações. Durante da formação, os alunos desenvolvem competências em monitoramento de regiões de risco, uso de tecnologias como sistemas de informação geográfica, elaboração de planos de contingência e realização de treinamentos e simulados.
A grade também contempla conteúdos voltados ao atendimento emergencial, incluindo suporte pré-hospitalar, operações de resgate e gestão de abrigos temporários, além de ações educativas e de conscientização do povo.
Com informações de RMC Urgente


