EsportesEx-atleta de futebol americano ficou ilegalmente no país por quase uma década e enfrentava problemas legais e graves transtornos PITTSBURGH, PA – DECEMBER 6: Linebacker Daniel Adongo #56 of the Indianapolis Colts signals during a game against the Pittsburgh Steelers at Heinz Field on December 6, 2015 in Pittsburgh, Pennsylvania. The Steelers defeated the Colts 45-10. (Photo by George Gojkovich/Getty Images)O ex-jogador da NFL Daniel Adongo, do Quênia, foi deportado dos Estados Unidos através do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) depois de permaneceu em Washington, capital norte-americana, por quase uma década em situação irregular. O destino do ex-atleta não foi informado pelas autoridades.
Adongo, de 37 anos, estava com o visto vencido depois de se aposentar da liga, mas permaneceu nos Estados Unidos, mesmo depois de pedidos do ICE para que deixasse o país de forma voluntária. Além da permanência irregular, o ex-jogador foi acusado diversas vezes durante a carreira de intimidação, agressão e conduta desordeira.
A trajetória de Adongo pós-NFL foi marcada por graves crises psicológicas. Sua família e sua equipe jurídica apontavam que os transtornos psiquiátricos confrontados por ele tinham relação direta com as sequelas da carreira nos gramados. Os problemas legais do ex-jogador se agravaram em 2017, quando foi processado por intimidação e vandalismo.
Na época, avaliações médicas solicitadas através do juiz concluíram que ele não tinha condições psicológicas de responder através do processo, o que resultou em sua transferência para um hospital psiquiátrico.
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Com informações de Metropoles



