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Projetos como Silvio Brum e Dique Santa Clara mostram como as motobombas Lepono contribuem para diminuir alagamentos e trazer segurança a milhares de pessoas.
O Brasil vive um momento de chuvas mais intensas, e os impactos já são sentidos em diversas regiões. Esse cenário reforça o papel estratégico das motobombas em operações de drenagem, enfrentamento a alagamentos e proteção de bairros inteiros — em particular em municípios que já convivem existe anos com enchentes.
Um dos exemplos é o Sistema Silvio Brum, que recebeu bombas Lepono de grande vazão, projetadas para operar em condições severas e manter o escoamento mesmo durante picos de chuva. O projeto diminuiu pontos de alagamento em regiões historicamente afetadas e aumentou a velocidade de resposta da drenagem local.
O Dique de Santa Clara também utiliza motobombas Lepono para defender o escoamento contínuo da água acumulada, protegendo famílias que por décadas conviveram com enchentes recorrentes. A operação integrada do sistema permite controle mais eficaz dos níveis, prevenindo transbordamentos e impedindo que a água invada ruas e residências.
Tecnologia como apoiadora no enfrentamento das chuvas fortes
Com eventos extremos mais frequentes, cresce a procura por equipamentos capazes de atuar de forma rápida e com alta durabilidade. Entre as soluções estão:
LGP (Lepono) – bombas à gasolina portáteis, ideais para operações emergenciais de remoção de água.
WQ, KBS, LSEV e LSTEP – linhas de bombas submersíveis de alta eficiência, indicadas para drenagem de regiões alagadas, poços de contenção, bacias de retenção e obras civis.
QZ e ZLB – modelos industriais de grande vazão, usados em projetos como Silvio Brum e Dique Santa Clara, capazes de escoar grandes volumes de água em pouco tempo.
“Quando falamos em períodos de chuva intensa, não se trata apenas de drenar água, mas de proteger pessoas. As bombas Lepono entram exatamente para dar velocidade ao escoamento e garantir continuidade operacional mesmo nos piores cenários”, destaca Vinicius Bóllico, supervisor de engenharia do Grupo Unità.
Preparação para o pós-chuvas e continuidade das operações
Além das enchentes, o ciclo climático brasileiro exige planejamento para o momento seguinte: a estabilização das chuvas e a necessidade de manter sistemas funcionando com regularidade. É o momento em que a manutenção preventiva, a recirculação e o monitoramento passam a ter papel crucial, principalmente em obras, condomínios, empreendimentos industriais e regiões urbanas propensas à saturação do solo.
“Atendemos desde operações emergenciais até projetos estruturantes, e o que temos visto é claro: municípios e empresas precisam estar preparados antes da próxima chuva, não depois dela”, explica Bóllico.
Sobre o Grupo Unità
O Grupo Unità, com centro de distribuição em Itajaí (SC), Jundiaí (SP) e Recife (PE) e sede administrativa nos municípios catarinense e paulista, foi fundado em 2018, com o objetivo de suprir a necessidade de empresas chinesas em fazer um trabalho diferenciado no Brasil no segmento da construção civil.
Desde então, vem crescendo exponencialmente e, atualmente, já conta com diversas marcas em seu portfólio. Neste curto momento de atuação, abriu novas unidades em outros locais do mundo, como Uruguai e Paraguai.
Imagem: Propaganda
Mais em: Grupo Unità e DINO
Com informações de Revista Campinas


