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Ano de 2025 esteve entre os mais quentes desde 1850.
A temperatura média global perto da superfície em 2025 ficou 1,43 ºC acima dos níveis pré-industriais (1850-1900) e 1,08 ºC superior à média de 1961-1990. As informações constam no relatório “State of the Climate in Latin America and the Caribbean 2025” — Estado do Clima na América Latina e no Caribe 2025, em português — postado através da World Meteorological Organization (WMO), conforme a página 6.
No mesmo segmento, o documento indica que 2025 registrou a segunda ou terceira maior temperatura média global desde 1850, a contar da consolidação de nove bases de dados usadas através da OMM no monitoramento climático.
O levantamento reforça a persistência do aquecimento nas últimas décadas e amplia o sinal de alerta para a América Latina e o Caribe. Fenômenos extremos, como ondas de calor, estiagens prolongadas e precipitações intensas, tornam-se mais recorrentes e impactam diretamente a economia, a segurança alimentar e a disponibilidade hídrica.
Para o fundador e principal executivo do Latin American Quality Institute (LAQI), Daniel Maximilian Da Costa, o cenário exige respostas coordenadas entre diferentes setores. Ele destaca, ainda, o papel estratégico das empresas na construção de soluções, sobretudo por intermédio do fortalecimento de práticas sustentáveis.
“A agenda climática deixou de ser uma pauta de longo prazo para se tornar uma exigência imediata de gestão e governança. Organizações que compreendem esse cenário e integram sustentabilidade às suas estratégias não apenas reduzem riscos, mas também ampliam sua capacidade de gerar valor em um ambiente cada vez mais desafiador”, conclui.
Imagem: Propaganda
Mais em: Latin American Quality Institute (LAQI) e DINO
Com informações de Revista Campinas



