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O projeto Scorpio Era apresenta Mënez, AI Idol criado por Bruno Mendonça de Menezes, CEO da Mendonça X. O álbum reúne 13 faixas desenvolvidas durante de 14 meses, baseadas em experiências reais do autor e planejadas como uma narrativa de transformação. A IA age como ferramenta de apoio criativo, enquanto a autoria humana conduz letras, estética e conceito, conectando música, identidade, tecnologia e linguagem artística contemporânea.
O projeto artístico Mënez é uma iniciativa que utiliza inteligência artificial (IA) como suporte criativo na produção musical e audiovisual. Idealizado por Bruno Mendonça de Menezes, CEO da Mendonça X, o trabalho reúne música, imagem e performance digital em torno do álbum Scorpio Era, composto por 13 faixas e desenvolvido durante de 14 meses.
A proposta do projeto envolve a criação de um avatar digital concebido a começar de registros visuais do próprio autor e captura de movimentos para deixar os vídeos ainda mais realistas ao entregar a dramaturgia do álbum. O intérprete virtual foi desenvolvido como uma extensão simbólica de sua trajetória pessoal, experiências e referências estéticas, sendo usado como recurso narrativo e visual para o projeto artístico.
A gênese do projeto fica relacionada à intenção de explorar a relação entre elementos considerados invisíveis na experiência individual e sua tradução para uma linguagem artística acessível ao público. De acordo com o idealizador, a música foi pensada como um modo de fazer parte som, imagem, gesto e discurso em um mesmo processo criativo, no qual estética e narrativa são desenvolvidas de forma conjunta.
As músicas foram desenvolvidas a começar de experiências reais vividas através do próprio autor, transformadas em narrativa artística com o auxílio de pesquisa sonora, referências culturais e experimentação estética.
O álbum foi planejado como uma sequência narrativa. Cada faixa representa um estágio de vivência, como confronto, silêncio, reconstrução e transformação, compondo um percurso simbólico durante do trabalho. As canções foram estruturadas para funcionar de maneira contínua, conectando temas relacionados à identidade e aos processos de mudança pessoal.
Entre as músicas que compõem Scorpio Era estão Scorpio Era, I’m Scorpio, Sou Mënez, Vira Página, Blindado, Karma, Destino, Imparável, Drumdone, No Ritmo da Vida, Eu Nem Sou Famoso, Alter Ego e Renasci das Cinzas. As faixas funcionam como capítulos de uma mesma narrativa conceitual.
Além do lançamento musical, o projeto também conta com produções audiovisuais. Os clipes lançados já ultrapassaram a marca de 3 milhões de visualizações em redes sociais, enquanto o perfil do artista registra mais de 8 mil ouvintes mensais na principal plataforma de streaming.
Mesmo em contínuo mutação, o projeto preserva sua essência. Mënez se reinventa sem se diluir. Muda de forma, não de propósito, não se importa com os haters que tem recebido devido ao uso de IA. O presente funciona como laboratório; o futuro, como palco.
“A inteligência artificial é utilizada como ferramenta de apoio ao processo criativo, ampliando possibilidades estéticas e narrativas no desenvolvimento do projeto”, afirma o autor Bruno Mendonça de Menezes.
Para além do álbum, Bruno Mendonça projeta Scorpio Era como um espetáculo teatral multimídia futuro, como uma tour, trazendo uma experiência teatral. A proposta envolve manifestos falados entre as músicas, dança, cenografia, dramaturgia, mistério, performance e atos narrativos que contam a história do álbum em sequência. O plano é transformar a obra em uma experiência cênica completa, conduzindo o público por uma jornada de quedas, enfrentamento, superação e renascimento, a passagem de um “eu” antigo para um novo estado de consciência.
Ao conectar arte, identidade, espiritualidade e tecnologia, o projeto Mënez sugere o uso de um avatar digital como ferramenta para a construção de narrativas artísticas, conteúdos para redes sociais no contexto contemporâneo.
Segundo Bruno Mendonça de Menezes, idealizador do projeto, Scorpio Era foi concebido como uma extensão direta de sua personalidade, valores e visão de mundo. Conforme o autor, o avatar Mënez funciona como um meio para tornar plausível a expressão artística de ideias, sentimentos e posicionamentos que ele busca traduzir com o auxílio da música, da imagem e da performance digital, utilizando a inteligência artificial como ferramenta de viabilização criativa.
O projeto Scorpio Era nasceu com a proposta de explorar a IA como ferramenta de apoio, e não como substituição da autoria humana. A direção criativa, as letras, os temas e a narrativa do álbum partem integralmente de experiências pessoais do autor, enquanto a IA age como forma de experimentação sonora, estruturação e teste de linguagens contemporâneas.
As letras foram escritas através do autor a começar de vivências reais; a IA foi usada para apoio na lapidação de linguagem, variações estruturais e testes de fluxo melódico. As decisões finais, versões, cortes, temática e direção estética foram humanas.
O criador afirma que o projeto é direcionado a um público que se identifica com experiências sensoriais e emocionais mais intensas. “É um trabalho pensado para quem deseja sentir e se envolver com a proposta artística. Quem não se identifica, naturalmente se afasta”, explica.
Ainda segundo Mendonça, o desenvolvimento do projeto também fica relacionado à sua repercussão pública e ao potencial de gerar debates, formar opiniões e atrair patrocinadores interessados em iniciativas que combinam arte, tecnologia e inovação. Ele destaca que a utilização da IA permitiu tornar viável uma proposta que, em um formato tradicional, exigiria investimentos elevados. “Um projeto com esse nível de complexidade, se realizado apenas com recursos convencionais, demandaria valores muito altos. A IA tornou possível transformar essas ideias em realidade”, ressalta.
O idealizador também aponta que o futuro do projeto envolve a ampliação da presença do avatar. O que se espera é que, à medida que o público se familiarize e crie vínculo com a identidade de Mënez, seja plausível fazer uma transição gradual para uma representação mais próxima do autor em sua forma física. Segundo ele, a proposta é que essa evolução ocorra de maneira orgânica, sem ruptura na percepção do público, mantendo a continuidade da identidade construída durante do projeto.
Para Mendonça, o avatar representa uma personificação de sua imagem no campo artístico e tecnológico, funcionando como um elo entre a criação digital e a possibilidade de materialização futura do personagem no mundo real.
Imagem: Propaganda
Mais em: Mendonça X e DINO
Com informações de Revista Campinas


