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Em média, 35% dos viajantes do país preferem destinos com sol e praia; índice afeta ações comerciais do trade turístico de hotéis à beira-mar, como o Nacional Inn Angra dos Reis.
O Ministério do Turismo informou uma pesquisa que aponta o turismo de sol e praia como a principal preferência dos brasileiros, com 35% das menções. O estudo foi desenvolvido através da Nexus, que realizou 5.542 entrevistas domiciliares com cidadãos com mais de 16 anos de idade de todo o Brasil entre 14 e 28 de outubro de 2024.
Na leitura de Ricardo Aly, diretor da Rede Nacional Inn de Hotéis, que integra a unidade Nacional Inn Angra dos Reis, esse resultado reforça algo enraizado no imaginário do brasileiro: viajar, para a maioria, ainda fica associado a descanso ao ar livre, calor, água salgada e dias mais leves. “Vejo esse dado como um reflexo de um comportamento emocional, em que a viagem funciona quase como uma pausa necessária da rotina acelerada”.
Além de tudo, para Aly, chama a atenção o fato de que essa preferência não é pontual, mas consistente no espaço dos anos. “Ou seja, o viajante nacional tende a escolher destinos que entreguem bem-estar imediato, sem exigir grandes planejamentos ou longos deslocamentos internos. Isso diz muito sobre um público que valoriza experiências simples, porém marcantes”, analisa.
Os destinos de sol e praia ganharam destaque à frente de outras opções de viagem: Natureza/Ecoturismo (16%), Cultural/Histórico (7%), Saúde e bem-estar (7%) e Aventura (6%) completam as cinco principais alternativas citadas pelos brasileiros, consecutivamente, ainda conforme com a pesquisa da Nexus.
Aly observa que esse índice confirma uma tendência já percebida através do trade turístico, que já sente essa movimentação na prática, sobretudo em momentos de férias e feriados prolongados. “Considero relevante quando uma pesquisa oficial consolida aquilo que o mercado percebe no dia a dia. Por outro lado, o dado traz um elemento importante para o planejamento: ele confirma que investir em destinos litorâneos não é apenas oportuno, mas estratégico”.
Com isso, prossegue, hotéis passam a ter mais segurança para direcionar recursos, campanhas e melhorias estruturais para atender esse perfil predominante. “Na REDE Nacional Inn, usamos esse tipo de informação como validação de decisões que já vinham sendo desenhadas, mas também como base para ajustes finos, buscando garantir alinhamento entre a expectativa do hóspede e entrega do produto”, afirma.
Preferência impacta nas estratégias de hotéis à beira-mar
Na ótica de Aly, a preferência através do sol e praia influencia desde a forma como o hotel se comunica até a construção das experiências concedidas. “No caso do Nacional Inn Angra dos Reis, por exemplo, estar localizado na Estrada das Marinas, à beira da Praia do Jardim, reforça esse posicionamento. A área de lazer, com piscina de borda infinita integrada à paisagem, além do píer exclusivo para hóspedes, mostra que o hotel não apenas está no litoral, mas pode oferecer uma vivência contínua de sol e mar”, articula.
Consequentemente, isso impacta as ações comerciais para promoção das comodidades comerciais como vista, acesso ao mar, contato com a natureza, momentos de contemplação e serviços que dialoguem com esse desejo de desconexão.
“A diferenciação começa quando o hotel entende que praia, por si só, já não basta. Ainda que o mar seja o grande atrativo, o hóspede busca experiências que vão além da paisagem, como atendimento atencioso, conforto e sensação de exclusividade”, diz.
Neste sentido, acrescenta o especialista, hotéis litorâneos precisam transformar o entorno natural em parte ativa da hospedagem, proporcionando vivências autênticas, bem-estar e serviços que ampliem o tempo de permanência e a satisfação do cliente.
“No Nacional Inn Angra dos Reis, enxergamos a competitividade como um estímulo para evoluir, investindo em estrutura, gastronomia e experiências que façam o hóspede perceber valor real, e não apenas localização privilegiada”, compartilha.
Na visão de Aly, destinos como Angra dos Reis ganham relevância quando é observada a preferência nacional. “A combinação entre mar, ilhas, vegetação preservada e clima convidativo cria um cenário que conversa com o que o brasileiro busca ao viajar”.
Pesquisas oficiais ajudam a diminuir “achismos”
Na opinião de Aly, as pesquisas oficiais têm um papel de destaque para o trade turístico por trazerem dados confiáveis que ajudam a diminuir achismos e guiar as ações comerciais da rede: “Elas funcionam como um termômetro real do comportamento do consumidor”.
Além de tudo, avança, esse tipo de levantamento permite que decisões estratégicas sejam tomadas com embasamento, seja na expansão de destinos, no reposicionamento de produtos ou na criação de campanhas mais assertivas.
“Na Nacional Inn, valorizamos esse tipo de informação porque ela nos ajuda a alinhar visão de mercado, planejamento e investimento, sempre com foco em atender melhor o hóspede e acompanhar a evolução do turismo nacional”, finaliza.
Imagem: Propaganda
Mais em: Hotel Nacional Inn e DINO
Com informações de Revista Campinas


