Esse é o relato da auxiliar de limpeza, Simone Pereira que fica inserida nesses números. O caso dela ocorreu recentemente na área central de Campinas, como tantos outros.
Os números são da Secretaria de Segurança Pública e compreendem o momento de janeiro a julho deste ano. No momento, o município registrou 12.899 casos de roubo e 3.513 de roubo.
O levantamento não inclui celulares e veículos já que possuem bases próprias de estatística. Por outro lado, os dados revelam os mais variados objetos subtraídos, dentre eles, fraldas, fritadeira, estepe, diplomas e carimbos.
O especialista em segurança, Ruyrillo de Magalhães, ressaltou a necessidade de registrar um B.O., como fez a Simone. Segundo ele, ao registrar o roubo ou roubo, a vítima impede possíveis problemas no futuro. Ainda segundo dados da SSP, houve 66 registros de objetos entregues, localizados ou confiscados no mesmo intervalo.
Para o especialista em segurança a baixa taxa de devolução desses objetos preocupa.
Em informe, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que não tem atribuição relacionada a serviços de “Achados e Perdidos”. A atuação da pasta, através das Polícias Civil e Militar, é voltada à prevenção e repressão de crimes.
De acordo com o posicionamento, quando objetos perdidos ou extraviados são entregues em delegacias, o procedimento inclui registro em boletim de ocorrência e medidas para reconhecimento e devolução ao dono. Se tiver indícios de crime, são abertas investigações para apurar a autoria e esclarecer os fatos.
A SSP informou ainda que não faz controle estatístico sobre a quantidade de objetos devolvidos ou valores estimados, já que cada ocorrência é registrada individualmente.
Com informações de Portal CBN


