A Defesa Civil de Campinas participou de um treinamento, teórico e prático, na manhã desta terça-feira, 6 de maio, como parte da Operação Estiagem e Operação São Paulo sem Fogo, do governo do Estado, com o Corpo de Bombeiros. A ação foi no Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim, com o objetivo de aperfeiçoar os conhecimentos e habilidades dos agentes das Defesa Civil para atuar no apoio ao Corpo de Bombeiros na prevenção e enfrentamento a incêndios durante o momento mais seco.
Depois das apresentações, os agentes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros participaram de um treinamento prático, na área do Parque Ecológico. Foi colocado fogo numa área com mato para que fosse contido pelas equipes. Veículos e equipamentos da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros estavam no local e foram usados.
A apresentação inicial foi feita através do coordenador regional e diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Subtraído, que destacou aos agentes a necessidade do apoio ao Corpo de Bombeiros. Ele explicou que este treinamento faz parte do conjunto de ações da Operação Estiagem e é essencial para aprimoramento dos profissionais e das operações, principalmente, para os novos agentes da Defesa Civil, que entraram na corporação existe um ano. Desta vez participaram 10, do total de 15 novos agentes.
“Na Operação Estiagem também avaliamos o abastecimento de água, o monitoramento de áreas de risco de incêndio, legislação sobre o tema, planos de contingência, impactos na saúde, entre outros desafios do período mais seco do ano. O objetivo de treinamentos como este é aprimorar a capacidade dos agentes para atuação nas ocorrências típicas da estiagem e demais ações, tanto preventivas quanto de mitigação e resposta”, explicou Sidnei Subtraído.
O capitão Yoshioka, do 7º Grupamento do Corpo de Bombeiros, fez uma apresentação aos agentes da Defesa Civil, com detalhes do funcionamento das operações conjuntas, e destacou a necessidade dessa comunicação e treinamento entre os órgãos que podem estar envolvidos nas ocorrências.
“Estes treinamentos são importantes para quando chegar nas ocorrências, todo mundo atue de forma sincronizada. Com isso melhoramos o atendimento e evitamos acidentes. O apoio da Defesa Civil é muito importante”, explicou Yoshioka.
Risco de transmissão de febre maculosa
No treinamento, a bióloga da Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) Angela Santiciolli explicou aos agentes da Defesa Civil como reconhecer regiões de risco que possam ter carrapato-estrela e sintomas da febre maculosa e qual o procedimento deve ser adotado. “A febre é o principal sintoma e deve-se buscar ajuda imediatamente e explicar que teve em área de risco de transmissão”, explicou a bióloga. Ela levou e exibiu uma placa com carrapatos em vários tamanhos, desde a larva até o adulto, fêmea e macho.
Com informações de O Regional


